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PC para arquitetura: qual a melhor configuração? Como escolher?

Tecnologia

- 28/03/2018

Se o principal componente para o sucesso de um arquiteto é a sua criatividade, as ferramentas que ele utiliza são responsáveis por concretizar suas ideias em grandes projetos. Você já parou para pensar no quanto o seu computador influencia no seu trabalho?

Em um mercado tão competitivo, uma boa workstation é fundamental para garantir prazos e a qualidade que seu cliente espera. Neste post, vamos conversar um pouco mais a fundo sobre o que um bom PC para arquitetura tem a oferecer e no que você precisa se focar na hora de investir. Vamos lá?

O que você deve esperar de um PC para arquitetura

A arquitetura é uma das profissões onde a criatividade e a visão sistêmica mais se convergem. Bons arquitetos são aqueles que conseguem criar uma identidade em seus projetos, satisfazendo o cliente sem perder seu estilo, e ainda assim conciliar inspiração com prazos apertados e questões práticas de trabalho em sua rotina.

É por isso também que o profissional da área é um dos que mais depende de bons computadores — não apenas no sentido de alta performance, mas de um desempenho adaptado ao seu uso.

Você precisa, primeiramente, de uma máquina que apresente um bom retorno sobre o investimento, sendo suficiente para não te dar dor de cabeças em aplicações como AutoCAD, Revit e Lumion. Além disso, ainda é necessária uma boa estrutura para renderização, armazenamento suficiente e peças de confiança, que não vão te deixar na mão com tanto trabalho para fazer.

Nós falaremos com mais detalhes sobre esses itens no próximo tópico, mas o importante é que a busca pelo computador perfeito deve ter foco no que você precisa para aumentar a sua produtividade. Só assim é possível otimizar o investimento e conseguir o melhor benefício para o custo que você se dispõe a pagar.

Quais são os quesitos principais na hora de escolher um bom PC para arquitetura

Vamos então destrinchar as necessidades de um arquiteto para que você tenha mais informações na hora de comparar e comprar, e para que a sua pesquisa tenha mais foco. São seis quesitos principais para ficar de olho:

Processamento

O processador é o coração do computador e o ponto de partida para definir quais, de tantos modelos disponíveis no mercado, são os mais relevantes para o seu trabalho.

Essa também é a parte mais complexa da sua pesquisa, por que o tipo de processador ideal depende do tipo de software que você mais utiliza. Se o foco do seu trabalho está na modelagem, os programas que você utiliza geralmente são single-threaded — ou seja, utilizam apenas um núcleo para processamento e se beneficiam de maiores frequências.

Já no caso de renderização, a maioria dos softwares trabalham de forma multi-threaded, aproveitando todos os núcleos para acelerar o trabalho. No fim, como um arquiteto precisa fazer um pouco de tudo (principalmente os autônomos), o ideal é encontrar um equilíbrio, como nos modelos i7 e Xeon E3.

A memória RAM também tem um papel importante nessa parte, já que é ela a responsável por armazenar informações temporárias e agilizar o trabalho do processador. O mínimo hoje para o trabalho de um arquiteto é 16GB, mas, se possível, invista em 32GB para não sofrer com qualquer engasgo.

Gráficos

Falando de renderização e manipulação de imagens, a placa de vídeo também é muito importante nessa equação. Se seu trabalho é exclusivamente feito em programas CAD e BIM, a linha Quadro da Nvidia é otimizada para esse tipo de software — ou seja, apresenta um desempenho melhor mesmo que não seja a mais poderosa no mercado.

De modelo nós recomendamos pelo menos a P600 para uma máquina mais básica (mas que já suporta tudo) ou uma P2000 para quem não quer ter dores de cabeça.

Já para auxílio na renderização e programas de modelagem 3D e iluminação, a linha Geforce ainda é imbatível. Nesse caso, vale a pena investir pelo menos em uma GTX 1050 TI ou uma GTX 1070 para quem não quer se incomodar.

Armazenamento

Com o barateamento constante das tecnologias de armazenamento, o ideal hoje para um arquiteto é configurar sua workstation utilizando um modelo híbrido. Os SSDs são drives que oferecem velocidades muito superiores às dos HDs tradicionais, por isso são perfeitos para a execução de trabalhos complexos — quando é preciso abrir e salvar muitos arquivos de forma rápida e confiável.

Mas, por serem tão rápidos, eles ainda são mais caros e oferecem menos espaço de armazenamento. Como os projetos de arquitetura podem gerar arquivos muito grandes, é aconselhável também investir em um HD com pelo menos 1TB disponível, para guardar todo o seu trabalho e realizar backups constantes.

Sistema Operacional e softwares

Outro ponto importante na hora de investir em uma workstation é ter um hardware bem afinado com o software que você utiliza. Por isso, escolher o melhor computador passa primeiro por definir qual o Sistema Operacional e os programas são mais importantes para você.

Embora os aparelhos da Apple ofereçam muito desempenho e estabilidade, hoje a compatibilidade de programas e sistemas é um grande ponto para a escolha do Windows. Veja quais são as especificações de cada software, estude como eles utilizam os recursos da máquina e, a partir daí, fica claro em qual hardware você precisa investir.

Periféricos

Um bom mouse e um bom teclado facilitam muito o trabalho de um arquiteto que busca alta performance, mas vamos focar aqui em um periférico ainda mais relevante: o monitor.

Quanto maior a resolução, mais espaço você tem para trabalhar e enxergar seu projeto com uma visão ampla. Mas, além do tamanho e da contagem de pixels, um arquiteto precisa buscar fidelidade de cores.

Muitos monitores que prometem alta qualidade têm pouco contraste e “tons lavados” que atrapalham a percepção sua e do cliente sobre o resultado final. Se você quer usar seu estilo estético como diferencial, tem que buscar mais fidelidade na hora de comprar.

Suporte

Por último, é claro, você precisa investir agora pensando no futuro. Computadores, por melhores que sejam, vão dar problema em algum momento — seja uma peça com mal funcionamento, um sistema engasgando, um componente sub-utilizado.

Nessas horas, um bom suporte faz toda a diferença: você fica menos tempo parado e garante produtividade constante da máquina. Ter uma placa de vídeo profissional e um processador profissional, com um bom suporte por trás, dá ao arquiteto uma vida útil muito maior de seu investimento, podendo chegar a até 10 anos de uso (não em seu topo de performance, mas o suficiente para se manter útil).

Como encontrar a melhor opção para o seu trabalho

Mas então, como garantir a escolha certa em todos esses quesitos e investir no computador perfeito para o seu trabalho, com desempenho, qualidade e vida útil? Se você não quer perder tempo nem dinheiro, a busca por ajuda especializada é sempre bem vinda.

Uma boa consultoria pode levantar todas as suas necessidades, prever a sua demanda de trabalho para o futuro e indicar quais são as melhores configurações com o melhor preço. E é exatamente isso que a Razor faz por você.

Que tal então montar o melhor PC para arquitetura? Entre agora em contato conosco! Nos diga o que você precisa, qual é a sua capacidade de investimento e nós vamos lhe ajudar a encontrar a workstation perfeita!