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Conheça o Workstation – o computador trabalhador

Tecnologia

- 06/09/2017

Se você se interessou por esse post, é porque provavelmente, você está a procura de um computador que suporte a sua rotina intensa com softwares mais pesados.

Seja para edição de imagem e vídeo, modelagem 3D, animação, realidade virtual (VR), entre outros, o workstation pode ser uma alternativa milagrosa para você. 😉

 

Afinal de contas, o que é um Workstation?

Workstation ou estação de trabalho, é um computador com alto desempenho e capacidade de processamento superior aos computadores comuns com seu uso voltado ao âmbito profissional. Já pode ter ideia do porquê desse nome, não é?

Essas máquinas se diferenciam desde a sua construção. Seus componentes utilizados são diferentes em relação aos dos computadores convencionais, gerando menos calor, menos problemas com superaquecimento, além de serem mais muito estáveis e duráveis do que componentes utilizados em computadores usuais. Pode-se dizer que os workstations são computadores intermediários entre um computador comum (PC) e um supercomputador (ou mainframe).

 

 

Mas engana-se quem pensa que ele também pode ser uma opção para gamers. Os workstations são computadores destinados para poucos, com usos mais técnicos. Profissionais com usos específicos como arquitetos, engenheiros, desenhistas industriais, modelagem 3D, edição de imagem, áudio e vídeo ou para quem trabalha com simulações computacionais específicas como simulações físicas, matemáticas como análise por elementos finitos.

Ou seja, é um computador de altíssimo desempenho indicado para aplicações técnicas específicas ou científicas.

 

PCs e Macs: onde entram nessa história?

PC

O PC, ou Personal Computer são os computadores comuns que você conhece. Se você, leitor, tiver idade suficiente, esse termo certamente o lembrará de algum antigo computador IBM. Os PCs são muito populares por terem um padrão aberto, possibilitando que diversas empresas possam produzir o hardware. São os mais utilizados por empresas e também para uso doméstico. Mas como surgiram e porque me lembro da IBM?

Até a década de 1960, computadores eram geralmente máquinas grandes fechadas e pouco modulares (e muito caras também), sendo muito difícil a substituição, troca ou upgrade de uma capacidade qualquer da máquina. Isso foi revolucionado pela Apple em 1976 com o lançamento do Apple I e a popularização das placas-mãe, que consiste em uma grande placa de circuito impresso base que permitiram a inserção de pequenos módulos poderiam ser facilmente trocados.

Essa característica permitiu a popularização desses módulos por muitos fabricantes, barateando componentes e facilitando o acesso aos PCs por todos nós. Essa modularidade de seus componentes permanece até hoje, o que torna os PCs tão populares. Componentes podem ser facilmente trocados ou substituídos- placa mãe, placa de vídeo, som e rede, memória ram ou disco rígido – expandindo sua utilização. O sistema operacional predominante nesse tipo de aparelho é o Windows, da Microsoft, havendo ainda uma comunidade bem ativa de usuários Linux e raras exceções com sistemas operacionais alternativos.

 

Mas e o MAC?

 

O termo MAC é utilizado de maneira genérica para identificar os computadores da Apple. (desktops,  notebooks) ou simplesmente para referenciar-se a máquinas com sistema operacional macOS. A classificação MAC na verdade é apenas um subgênero do PC, já que ambos são computadores pessoais, sendo inclusive a própria Apple considerada mãe dos computadores pessoais com o lançamento do Apple I em 1976.

Inicialmente MACs utilizavam processadores únicos, o que diferenciava de maneira significativa dos demais computadores em termos de hardware, algo que foi mudando com o tempo. A diferenciação PC e MAC passou a surgir após grandes campanhas publicitárias da IBM na década de 1980, que diferenciava seus computadores como tal. Em função disso ocorreu essa diferenciação de mercado (e não técnica, lembrando bem), sendo até hoje o termo PC muito relacionado a esse período e de maneira geral referido a antigos computadores pessoais IBM. É por isso que a palavra PC lhe traz aquele IBM Aptiva na memória.

Nas última décadas os MACs passaram a utilizar processadores Intel, que também está presente em grande parte dos demais PCs. Com essa similaridade de hardware o diferencial dos produtos Apple torna-se principalmente a interface do sistema e sua otimização em relação ao hardware, além de, é claro, o design de seus produtos.

 

Concluindo

Apesar de algumas semelhanças, os Workstations, PC’s e MAC’s são muito diferentes. Função, utilização, preços entre tantos outros fatores diferenciam muito cada um. Saber qual o melhor para você vai depender muito das necessidades e usos que a máquina terá para determinar as especificações que você procura de acordo com seu orçamento.

Por isso, é preciso ficar atento na hora de fazer sua escolha, muitas vezes somos coagidos (seja por vendedores, amigos ou uma super promoção), a gastar muito mais do realmente precisamos por estar avaliando um computador com funcionalidades desnecessárias ou desempenho exagerado. Não adianta ter um carrão só pra ir até ali na esquina, certo?

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